quinta-feira, 22 de junho de 2017

OMG: De surpresa, JoJo libera música inédita na internet, ouça "Wonder Woman".



JoJo, a rainha dos vazamentos, divulgou hoje em sua conta no soundcold e também no youtube, uma faixa inédita intitulada Wonder Woman, a faixa um sol delicioso foi produzida recentemente, e a cantora já havia divulgado alguns trechos da mesma em suas redes sociais, calma, a musica, ao que tudo indica, não é um single, apenas um agrada da cantora para seus fãs, todos sabemos que ela adora fazer isso né. <3 p="">
A cantora falou em recentes entrevistas que já esta trabalhando em um novo álbum.



quinta-feira, 11 de maio de 2017

OMG: Nova temporada de “As Visões da Raven”, ganha data de estreia!




Corre e anota na agenda! a nova temporada da melhor série da Disney acaba da ganhar uma data de estreia, apresentada como spin-off da serie original, sob o titulo de “Raven’s Home (Casa da Raven)”, a série mostrara Raven e Chelsea na fase adulta de suas vidas, como duas mães divorciadas morando com os filhos.

O perfil oficial da série no twitter divulgou essa semana a data em que o primeiro episódio vai ao ar nos Estados Unidos. ainda não temos informações de quando a série será exibida no Brasil!

“A Data de estreia foi anunciada...#RavensHome vai estrear no dia 21/7 depois de #Descendants2!

Sinopse: Raven's Home vai mostrar Raven (Raven-Symoné) e Chelsea (Anneliese van der Pol) como mães divorciadas e morando juntas. Só que um dos filhos pré-adolescentes de Raven (vividos por Issac Brown e Navia Robinson) herdou os poderes da mãe - e seguindo seu exemplo, também se envolve em várias confusões.

sábado, 15 de abril de 2017

RESENHA: Allison Contra os Zumbis – Madeleine Roux.


Sinopse: Quando estoura a epidemia, Alisson e seus colegas ficam presos na livraria onde trabalham. A sala do cofre oferece uma boa proteção, e os monitores das câmeras de segurança permitem que eles observem a multidão de zumbis perambulando pela loja. Mas uma hora a comida vai acabar e eles terão de sair para enfrentá-los. Sem ter ideia do apocalipse e do completo caos que se instalou lá fora.

Durante um dia normal de trabalho em uma livraria, Alisson Hewitt se vê presa em meio ao caos, do nada uma horda de zumbis ataca seu local de trabalho e sua única alternativa de , é se tancar e uma das salas do prédio com um grupo de sobrevivente formado por clientes e colegas de trabalho.

Descobri esse livro há alguns meses graças aos comentários de uma leitora aqui no blog, alias muito obrigado, demorou mais consegui comprar o livro, e não me arrependo, já está na minha lista dos melhores que li esse ano, classificado como ficção infanto-juvenil a historia é cheia de ação, personagens malucos e um pouquinho de “romance”.

Escrito em formato epistolar, como um diário, mas especificamente um blog, nossa protagonista nos descreve sua saga durante dois meses através de sua pagina, usando a SNet uma rede emergencial de wifi do exercito americano,  o livro se passa num período de dois meses após o inicio da infecção,  inicialmente conhecemos 4 personagens além de Alisson, mas nem todos chegam até o fim.

O livro tem 344 paginas, divididas em diversos capítulos, cada postagem que Alisson upa no blog serve como um capítulos do livro, algumas postagens são grandes outros apenas de uma página, varia de acordo com o dia da personagem, o mesmo tem uma capa bastante atraente para jovens e adolescentes, com línguas contendo sinopse e uma apresentação da autora.

Pontos positivos do livro foram basicamente sua leitura fácil e suas guinadas surpreendentes, a historia não fica monótona ou chata, quando achamos que vai esfriar acontece algo surpreendente, além disso, em cada post do blog temos comentários dos leitores, e assim conhecemos outros personagens e podemos ter uma ideia de como está sendo a infestação em outras partes do  mundo, e ainda tem relacionamentos problemáticos coisa que adoro rs.

Pontos negativos, não consigo me lembrar de algum, talvez a morte de uns personagens que acho que poderiam ter sido mais bem explorados na historia, e o fim misteriosos de outros que não foi explicado infelizmente.

Resumindo, eu gostei muito do livro, foi um daqueles que eu não conseguia parar de ler, ficava curiosos a cada capitulo, juro que queria uma série ou filme baseado nesse livro,  primeiro livro que darei nota dez desde que comecei a resenhar aqui.

Escrito por Madeleine Rox, foi publicado pela Vergara & Riba Editoras no Brasil, apesar de ser infanto-juvenil é indicado para pessoas de qualquer idade que seja fã de um bom apocalipse zumbi, o mesmo já ganhou uma continuação, mas não tenho certeza se acompanharemos Alisson nessa novo volume, já que o mesmo é intitulado “Sadie Contra os Zumbis”, mas já esta na minha lista, me breve resenha da sequencia aqui também.

Autor: Madeleine Roux
ISBN: 978-85-7683-892-0
Ano: 2015
Páginas: 344
Editora: Vergara & Riba Editoras
Pontuação: 
♥ ♥ ♥ ♥ ♥  (nota 10)


sábado, 18 de fevereiro de 2017

RESENHA: Febre Vermelha – Francis Gracioto.



Finalmente consegui ler este livro, o primeiro deste ano por sinal, para quem não sabe o livro foi lançado ano passado, e teve até campanha de financiamento coletivo para a sua realização, e para nossa alegria o livro está ai para nos aterrorizar.

Comprei meu exemplar através do financiamento coletivo meses antes de seu lançamento, na verdadenão estava no topo da minha lista de compras mais urgentes, mas o próprio autor, que é muito gentil por sinal, me fez mudar de ideia, e não me arrependi, o livro possui 286 páginas divididas em doze capítulos e prólogo, com uma capa bem atraente já nos apresenta a proposta do mesmo, terror e sangue é claro tratando-se de temática zumbi, o livro é em formato normal, com orelhas contendo informações sobre o autor e um pequeno trecho do livro.

Sinopse: Um navio desgovernado encalha nas pedras de Praia Grande, com sua tripulação brutalmente assassinadas em alto mar. Em pleno verão na Baixada Santista, a manchete nos jornais é vista com indiferença pela população, que está mais preocupada em curtir o feriado de ano novo. Em poucos dias uma epidemia misteriosa se espalha pelo litoral, deixando seus infectados com uma febre ensandecedora, olhos vermelhos e fome insaciável. Ocorrências de estrema violência e canibalismo tornam-se cada vez mais comuns, e as autoridades não são capazes de lidarcom o caos que domina as ruas e ameaça contagiar todo o país.

Com cenários reais em Santos, São Paulo e região, acompanhe a perigosa jornada de um grupo de sobreviventes, cada um com motivações e problemas pessoais, dispostos a fazer o que for preciso para sobreviver a Febre Vermelha.

Livro apresentado em terceira pessoa, ou seja, a historia e contada através do autor, acompanhamos um grupo de sobreviventes tentando continuar vivos em meio a um surto de uma doença misteriosa que pareceter desencadeado o inicio do apocalipse zumbi na região do Estados de São Paulo.

Não me lembro de ter lido ou visto zumbis vivos, vivíssimos, afinal ao contrario do que estamos acostumados, neste caso o autor nos propõe a ler uma historia sobre uma sociedade sendo destruída por pessoas doentes, e não corpos reanimados e apodrecidos, de acordo com minha percepção os infectados pelo vírus estão vivos sob o efeito do vírus que os transforma em monstros canibais de olhos vermelhos, o principal sintoma da doença, sangramento ocular. Alias, lembrei agora, são parecidos com os infectados do filme “Extinção”, acho até que o autor se inspirou um pouco nesse filme.

A historia tem como foco principal a família de Gilberto, um professor universitário que acaba se separando de sua família, formada por Monique sua esposa e Maria Rita sua filha, logo nos primeiros capítulos, mais somos apresentados inicialmente ao personagem Gustavo, estudante e coincidentemente aluno de Gilberto, e seu grupo de amigos que acabam tendo um final bem trágico nos dando uma avalanche de adrenalina, terror e ação logo no inicio, o primeiro impacto dos primeiros infectados a aparecerem na historia.

O livro tem várias passagens por vários personagens diferentes, mostrando seus primeiros contatos com os infectados, seus embates com essas criaturas canibais e sua luta para sobreviver aos primeiros dias da infecção, a cada capítulo conhecemos um pouco da historia de alguns personagens, até que os mesmos se encontrem e formem o grupo de sobreviventes a qual a sinopse se refere.

Também somos transportados a uma grande São Paulo em meio ao caos, as comunidades são tomadas por anarquia, os bandidos agem livremente já que a policia está bem ocupada, ou seja, os infectados não são único perigonesta nova realidade percebemos que as pessoas podem ser muito piores, isso da bastante munição para uma possível continuação não é?

Os pontos positivos são que o livro é de leitura fácil, tem várias cenas de embate com infectados recheadas de ação e isso é fundamental em um livro com esse tema, e graças a Deus o autor não matou o único personagem que me apeguei, eu tenho essa sorte basta gostar e os personagens morrem, confesso que esperava uma historia mediana, mais superou minhas expectativas.

Os pontos negativos foram alguns trechos que eu me enroleinão consegui entender de primeira os fatos apresentados, e tive que reler, um exemplo é a sequência final da ambulância e da escada, leiam o livro e talvez vocês concordem ou discordem, também notei alguns errinhos de edição mais nada que prejudique a leitura, e também nas partes em que passamos de uma cena para outra diferente com outros personagens, não se teve a preocupação de separar usando um asterisco ou um símbolo qualquer como estou habituado, e isso prejudicou um pouco a fluência de minha leitura.

Escrito pelo brasileiro Francis Gracioto, o livro foi um projeto pessoal para o autor, publicado ano passado (2016) pela editora Máquina de Escrever, o livro é uma mistura de suspense e terror, com muita ação, com certeza você não vai ficar entediado ao lê-lo, direcionado ao publico adulto que curte o gênero zumbi a obra com certeza já está na no top 10 dos livros do gênero que se passam no Brasil.

Nota 9/10.




sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Emergência do Pop! Medina acaba de lançar “Elsk Mig” corre pra ouvir o novo single da cantora.




Medina está de volta com um single inédito, a novidade do momento é o single “Elsk Mig” lançado na Dinamarca,  em dinamarquês, Medina que alterna entre álbuns internacionais e regionais, lançou o “We Survive” ano passado, mas o desempenho do mesmo foi ruin e ela parece ter desistido do álbum. 

Ouça o novo single.

Veja alguns vídeos da passagem da JoJo e sua Mad Love Tuor por Dublim, Londres, Amsterdam e Paris.


JoJo conseguiu o que muitos duvidavam, conseguiu voltar e recuperar seu lugar entres as estrelas da música, agora já colhendo os frutos da nova casa a Atlantic Records, e de seu novo álbum “Mad Love”, ela iniciou á alguns dias sua nova turnê, a “Mad Love Tuor” com datas na Europa e nos Estados Unidos, infelizmente deixou a américa do Sul de fora, mas quem sabe futuramente né?

Confira alguns videos das peformances.

Teve a sensual High Heel. com direito a Lap Dance. (Live in Amsterdan)


Vibe. (Live in Amsterdan)


Musi. (Live in London)


I Am/ FAB. (Live in London)


Good Thing (Live in Dublin)


Leave (Get Out) ¨Live In Dublin


FAB. Live in Paris


Too Little Too Late (Live in Dublin)



OMG: Está rolando campanha na internet para a produção de “Queda Livre 2”, continuação do filme de 2013.


É isso ai pessoal, os atores alemães Hanno Koffler e Max Riemelt (Sense8) divulgaram em suas páginas no facebook que está rolando uma campanha na internet para arrecadar fundos para a produção de uma continuação para o filme “Queda Livre (Free Fall)” lançado em 2011.

No facebook os atores divulgaram seguinte mensagem juntamente com o site do projeto.

“Boas Noticias: Nos vamos começar uma campanha de crowdfunding para “Queda Livre 2” em Fevereiro!
Voçê quer ser o primeiro a saber, sobre as atualizações da campanha? Freefall.com está online agora!
Nos visite e se inscreva para as nossas novidades.”


Queda Livre conta a historia de um policial casado que acaba se apaixonando por de seus colegas de trabalho e vivendo um romance proibido.

Sinopse: Tudo que era normal desaparece quando um policial passa a sentir algo por um colega de trabalho e começa a se distanciar da namorada grávida.


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Entrevista exclusiva com o ator Márcio Fecher o vilão Baal da série de terror Supermax da Rede Globo.


Queridos leitores, como sabem ano passado em Dezembro a dona Rede Globo encerrou um de seus melhores produtos dos últimos anos, sua primeira série sangrenta de terror a subestimada “Supermax”, passada em um presídio abandonado na floresta amazônica, transformado em cenário para um reality show, o programa mostrava um gurpo de “criminosos” convidados a concorrer a 2 milhões de Reais, e que depois de serem abandonados misteriosamente pela produção do programa a sua própria sorte os participantes descobrem que nãos estão realmente sozinhos, e vários eventos sobrenaturais e aterrorizantes começam a acontecer.

Após o fim da série, consegui entrar em contato com um dos atores principais dessa historia inovadora na TV brasileira, trata-se de Márcio Fecher que interpretou inicialmente o Pastor Nonato que acabou se transformando no demoníaco Baal.

CDD: Olá Márcio, primeiramente gostaria de lhe parabenizar pelo excelente trabalho que realizou em Supermax, seu personagem “Baal” estava sinistro, e você está de parabéns, ao contrário de alguns ali, você realmente convenceu com boa atuação, e agradeço por tirar um pouquinho do seu tempo para responder algumas perguntas para o nosso blog.

Márcio: Eu que agradeço a oportunidade de conversar um pouco contigo. Que com que gostou do meu trabalho, acredito que todos ali estavam brilhantes e com o peso igual de verdade e entrega, isso me orgulha muito ter um elenco com quem posso jogar como ator.

CDD: Minha primeira pergunta é sobre como o projeto chegou até você? Foi difícil conseguir o papel?

Márcio: Eu já vinha fazendo algumas pequenas participações em cinema, fiz “Reza a Lenda” com o Cauã Reymond e este trabalho me abriu várias portas.

Como tenho uma carreira consolidada no Teatro (quero dizer com isso que eu estou num momento da minha vida como ator que escolho o que quero fazer no teatro),os produtores de elenco começaram a olhar para mim. Depois do filme fiz vários testes na casa que não deram em nada. Daí em abril de 2015, fiz um teste para o BAAL em Recife mesmo. Depois disso, fui aprovado e fiz outro teste no Projac e daí sim fui aprovado e contratado para fazer a série.

CDD: Qual foi sua reação ao ler o roteiro?

Márcio: Quando cheguei no seriado só os 11 capítulos tinham sido escritos. Faltava o 12. Quando recebi tudo li tudo feito um louco, fiz um pesquisa sobre tudo o que eu podia sobre o personagem e como eu podia relacionar ele com quem eu era para conseguir chegar em algum ponto de veracidade. Percebi que eu estava dando vida ao primeiro Vilão de uma série de Terror na Televisão Brasileira.  Isso maracá a vida de um ator.

Perceba, eu dei vida para um personagem que vive duas fases completamente diferentes uma da outra. Antes do BAAL ter aquela força, ali dentro mora um ser humano que se chamava Nonato, fiel Pastor que matou sua mulher e seu filho. Depois disso ele se intitula BAAL, por se revoltar com seu Deus, e vive por sete anos na mata fechada, dentro de um presídio de segurança máxima tentando procriar seu exercito.

Este personagem é daquelas que marca a vida de um ator pra sempre!

CDD: Como você lida com esses “haters” que insistem em diminuir produções brasileiras como Supermax?

Márcio: Acredito que tem uma parcela do público que não gosta do gênero terror e ponto. Tem que ser Respeitado isso. Mas existe outra parcela da crítica que necessita ver na tela, aquela cena sensual, aquela trama de traição, dos conflitos familiares, dos conflitos da escolha de vida. Eu entendo esta necessidade, não julgo mal! Acho que estes conflitos geram histórias incríveis que merecem ser contadas e consumidas por geram também valores.

Por outro lado o que me incomoda e me entristece é uma grande parte da crítica destruir qualquer produção brasileira, porque o tema não é do interesse dos que geram o poder. Em “Supermax”, temos uma construção dramatúrgica completamente livre de qualquer clichê! E talvez isso que incomode! Porque tira o público do lugar comum. Faz o público pensar e não apenas engolir a mesma trama de sempre. Que eu também amo e consumo, o que não é nenhum problema e também nenhuma pequenez intelectual, é bom ressaltar!

Acredito que este combate do público que pensa no que consome e como consume e porque consome, vem justamente do medo de construir no Brasil um público mais crítico, que sabe melhor o que quer.

O que tem que se assumir é que estamos numa linha sem volta da globalização social.
O público sabe sim o que quer ver na TV. Por isso consome na internet aquilo que não tem na TV aberta. Eu entendo que na TV aberta tem que dar IBOPE para gerar anúncios e assim pagar e gerar lucro, eu sei que é assim que acontece, desde que a televisão foi criada. Porém o futuro, que já é agora, é da junção de tudo, tudo numa coisa só! Este lugar da Era digital já passou, estamos na era pós digital pois este mundo assustador da tecnologia não mais nos assusta, já estamos dentro dele e isso é irreversível, gostemos disso ou não.

Então se você me pergunta o que eu acho dessas pessoas que tentam destruir as produções brasileiras? Eu te respondo que estas pessoas já estão superadas pela história.

CDD: Você e outros atores da série nos enganaram direitinho, achávamos que iriam sobreviver já que estavam “loucos” por uma possível segunda temporada, honestamente você espera que haja uma segunda temporada? Por quê?

Márcio: Eu realmente não sei se haverá segunda temporada. Acho que todo trabalho tem seu ciclo e eu finalizei meu ciclo com “Supermax”. Se eu for contatado para fazer a série e eu aceitar, já que a televisão deixou de ser um mundo inatingível para mim, eu falarei disso publicamente nas minhas redes sociais, como eu sou e sempre serei, transparente. Até porque me interessa e muito ter um contato real com as pessoas que gostam do meu trabalho.

CDD: Em caso de uma segunda temporada, não acha que a série perderia sua essência com apenas um personagem vivo entre tantos que os fãs se apegaram? Qual sua opinião?

Márcio: Não! Acredito que a paixão vem e vai! Se o roteiro for bom e novos personagens aparecerem de forma que dê sentido real para a trama, os fãs vão se apaixonar e isso deve acontecer! É natural! O importante no final das contas é a trama, claro que os personagens que dão sentido para tudo, mas eles tem os ciclos dele, e a história como um todo tem a dela. Pense você como na sua vida, aquele amigo que já não tens mais contato, e sua vida seguiu. O que quero dizer com isso, sua vida continua sendo sua vida, mas seus ciclos e suas paixões mudaram e isso deve ter sido bom. Acredito que o passado é algo que tem que ser respeitado e louvado. E uma pergunta sempre necessária é, Precisamos ou necessitamos para dar sentido a nossa vida destes personagens? Se a resposta for sim, temos que louvar e refazer os laços e abrir novos ciclos. Se a resposta for não, agradecemos e descobrimos uma forma de finalizar com amor e respeito aquele elo. Com os personagens de “Supermax” não é diferente. Tudo depende de, caso tenha realmente uma segunda temporada, o que aconteceu e para onde iremos caminhar, que valores vamos defender e por que falar disso novamente. Por que assim iremos cativar as mesmas pessoas que gostaram e adquirir novos fãs e apaixonados pela nossa história.


CDD: E sobre a maquiagem e caracterização, o processo era muito trabalhoso? Você não se sentia incomodado com todo aquele “barro”?

Márcio: Claro que sim! Imagina passar 10 horas por dia de segunda a sábado fazendo caracterização de uma hora e meia e mais uma hora para tirar tudo e ficar completamente sem pelos durante dois meses. É cansativo, prazeroso, mas cansativo.

CDD: Você sabia o que iria acontecer com os outros personagens, ou foi surpresa pra você também?

Márcio: Depois que que li e gravei o capitulo 12 sim. Mas depois tinha uma especulação que o final poderia ser outro caso o final da história vazasse, mas isso não aconteceu!

CDD: Acho que seu personagem deveria voltar em uma possível segunda temporada pelo menos como Nonato, assim como Janete e Sabrina, é muita viagem minha, mas você não acha que pra um demônio Baal deveria ter mais poderes? Como por exemplo, ressuscitar pessoas?

Márcio: Acredito que BAAL não era um demônio. Ele era um ser humano. Um pastor. Um trabalhador. Ele não era um personagem fictício, é real!

Saca isso? Não existe esta história de superpoderes. Ele descobriu a cura porque caiu em uma caverna radioativa, é bom lembrar disso. Então se levar um tiro na cabeça morre. Se ficar cinco minutos debaixo da água morre afogado, e ponto.

CDD: Você acha que algum dia o público brasileiro que é acostumado a novelas com historias fáceis e mastigadas, será mais receptivo a seriados de terror, suspense e ficção cientifica produzidos no país?

Márcio: Acredito que o público brasileiro irá assistir mais séries brasileiras, volto a dizer que quem não gosta de terror não gosta e ponto. É tipo eu, odeio maionese, e ponto. Não existe um porque!

Sobre novelas, acho que o público brasileiro gosta deste genro romanesco de contar histórias, sempre existirá! Os roteiristas é que terão necessita de criar novas tramas e novos enredos que sejam atrativos e verdadeiros para o público. Para aproximar o telespectador para a televisão. Que tem seu lugar, assim como o teatro, o cinema, a dança e todas as formas de entretenimento.

Falando apenas de trabalhos audiovisual, acredito que a internet englobará todos os segmentos, e a TV aberta se reinventará mas nunca deixará de existir.


CDD: Qual a sensação de participar de um projeto tão sangrento, coisa inédita na TV brasileira? Como foi interpretar um demônio?

Márcio: Aquilo que te falei fiz o primeiro VILÃO de um série de TERRO Brasileira.
Sabe isso: (EM TOM ÉPICO)

- EU FIZ BAAL, NINGUÉM MAIS, EU FUI BAAL! (risos)

Brincadeiras aparte, para um ator que trabalha para sempre conseguir novos trabalhos, é sempre com fazer personagens que dão resultados positivos.

CDD: E pra finalizar, vamos poder ver você na telinha novamente ou esse foi um trabalho isolado?

Márcio: Em breve, tudo no seu tempo certo! Este ano de 2016 foi lindo, fiz minha estreia na TV com três trabalhos lindos na Globo, “Velho Chico”, “Justiça” e “Supermax”, acho que gostaram de mim! Então talvez eu faça mais coisa por aí!

CDD: Muito obrigado Márcio, aposto que os fãs da série vão adorar, muito sucesso pra você, espero te ver em mais projetos maravilhosos como “Justiça” e “Supermax”.

Márcio: Um grande abraço! Sempre que quiser entre em contato! Desculpe pela demora em escrever! Continue na batalha, sempre colocando valores sociais importantes para seu público, sempre com respeito aos outros, humildade na comunicação sempre! E nunca esqueça de fazer um autocrítica severa!

Assim irás longe meu querido!

Abs!


Primeiras Impressões:Dois Irmãos – Globo.


Ontem tivemos a grande estreia de “Dois Irmãos” nova minissérie da Rede Globo, e confesso foi muito animador ver ganhar vida na tela uma produção desse porte que se passa aqui na nossa região, em Manaus, aqui no meu estado, e o melhor baseado em uma obra literária criada aqui.

A minissérie se passa entre as décadas de 20 â 80 na cidade de Manaus, Amazonas, e conta a história de uma família de imigrantes Libaneses, mas especificamente as relações conturbadas de um Mãee seus dois filhos gêmeos.

O episódio começa com a matriarca Zana (Juliana Paes) em sua segunda fase, ansiosa pela chegada de seus filhos que foi morar no Libano, após preparar um caprichado almoço amazonense com sua criada indígena e sua filha mais nova ela sai para buscar o filho, desde de esta cena já percebemos que a família tem problemas pendentes, Iacob é um jovem de 20 poucos anos e parece ressentido com os pais.

Em seguida somos transportados a Manaus dos anos 20, Zana (Gabriela Mustafa) e Halim (Bruno Anacleto) são jovens, ela trabalha no restaurante de seu pai que serve uma mistura de culinária libanesa e amazonense, ele é um mascate vendedor ambulante e conhece Zana e se apaixona a primeira vista, desde então tenta conquista-la.

Uma frase que me chamou atenção foi “Um Coração Tímido Não Consegue Conquistar Ninguém”, depois de escutar isso de um amigo Halim toma coragem e um pouco de álcool e finalmente se declara publicamente parasua amada, é claro tendo que aguantar a desaprovação de alguns intrometidos.

Essa primeira parte do capitulo se focou em mostrar como o casal se conheceu e se casou, e adiscussão entre os dois sobre ter filhos, Zana é louca para ter filhos já Halim não tem o mesmo entusiasmo, mas acaba cedendo as vontades da esposa que engravida de seus primeiros filhos os gêmeos Iacob que nasce primeiro e Omar que nasce por ultimo frágil e doente.

Nessa parte temos inicios às desavenças entre os dois irmãos, Zana acabada dando mias atenção a Omar com a desculpa de que ele nasceu frágil, e deixa Iacob ser praticamente criado por Domingas, sua empregada indigne que foi “vendida” por um freira na infância.

O episodio foi todo ótimo, e termina com os dois irmãos no inicio da adolescência, conhecendo ao mesmo tempo seu “primeiro amor”, pra piorar a situação a garota que agrada aos dois meninos é a mesma pessoa, a bela e delicada Lívia (Monique Boursheld), na verdade achei ela uma piriguete que fica dando mole para os dois.

Durante uma sessão de cinema oferecida por Estelita (Maria Fernanda Candido) para as crianças da vizinhança, Lívia beija Iacob depois de flertar com Omar, o que causa a revolta dele, e durante uma crise de fúria e ciúme acerta o rosto de seu irmão com uma gargalo de garrafa quebrado.

A historia é narrado por Halim, o pais dos gêmeos e marido de Zana, o episodio foi ótimo, me agradou bastante, a fotografia está impecável, e os cenários naturais da Amazônia estão deslumbrantes, os figurinos e as atuações também, Maria Fernanda Candido por exemplo está magnífica no papel de Estelita.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

TOP 10: Os melhores álbuns de 2016.


Mais um ano recheado de lançamentos maravilhosos se vai, 2016 foi sem dúvidas um daqueles anos que todos os grandes artistas e as grandes divas da musica mundial se combinam para laçar seus álbuns, só neste ano tivemos álbuns de Lady Gaga, Beyoncé, Rihanna, Britney Spears, Sia, Alicia Keys e Ariana Grande além dos esperados retornos de JoJo, Green Day, Kings Of Leon, KatDeLuna, GweenStefanie outros.

Não só de artistas experientes se fez 2016, bandas iniciantes como o sucesso DNCE e a psicodélicaVaults também marcaram presença, assim como artistas mais alternativos comoM83, Birdy e Keaton Henson que também divulgaram seus trabalhos novos neste ano.

Depois dessa enxurrada de ótimos lançamentos resolviaceitar o desafio de ter que escolher apenas os dez que melhor representam o ano, os dez melhores álbuns, é claro que não escutei todos os álbuns lançados no ano, mas como bom viciado em música, pude analisar vários deles e esses são os que mais me satisfizeram.

Sem muito mimi ou puxação de saco, ignorei mesmo o Lemonade (da Beyonça) e o Glory (da Neide) por que né, sejamos justos, os dois tem no máximo duas musicas cada que realmente valem apena.

Confira minha lista espero que gostem, e se ainda não escutaram algum da lista, corra que vale apena!




JoJo - Mad Love: finalmente o álbum que considero o lançamento do ano, nada de Beyoncé, Britney ou Gaga, mas a nossa querida e guerreira JoJo, depois de exatos 10 anos desde seu último álbum a cantora dá fim a sua saga com esse que foi um dos poucos álbuns que salvaram o pop do esquecimento em 2016, com sonoridade diferenciada vai do Pop Eletrônico ao Soul e R&aB facilmente.








Lady GaGa – Joanne: Gaga voltou esse ano com o maravilhoso álbum “Joanne” seu quarto álbum de estúdio, bem diferente do que estamos acostumados a escutar da cantora, ela nos apresento um álbum minimalista, com uma pegada country,  alternativa e rock, o álbum não foi muito bem recebidos por muitos faz que esperavam musicas mais pop, mas a cantora acertou em diferenciar mais uma vez seu trabalho, o resultado foi um dos melhores álbuns do ano.











Vaults - Caught in Still Life: esperava por esse álbum desde 2014 quando escutei as primeiras faixas dessa banda inglesa iniciante, depois de emplacar suas músicas na trilha da série “Glue” e no filme “50 Ton
s de Cinza” já era de se esperar essa delicia de álbum, uma mistura de eletrônica com alternativa, com musicas melancólicas e psicodélicas.









Rihanna – Anti: Mais uma que resolveu sair de sua zona de conforto em 2016, Rihanna lançou o sucesso “Anti”, apesar de músicas mais leetas do que de costume, a cantora não arriscou tanto quanto Lady Gaga, mas não deixamos de perceber a diferença com seus trabalhos anteriores.












Carly Ray Jenpsen – E◦MO◦TION :Side A – EP : nossa fofa Carly tambémmarcou presença em 2016, a pesar de não ser exatamente um álbum e sim um EP, esse trabalho não poderia ficar de fora, foi um dos melhores do ano, um dos que salvaram o pop.










Ariana Grande - DangerousWoman: Não sou um assíduo admirador de Ariana Grande, mas tenho que admitir que seu último álbum foi um dos melhores do ano, considero a faixa “DangerousWoman” uma das melhores músicas de 2016, dona ariana acertou em cheio com esse trabalho.











MeghanTrainor – Thank You:Nossa cantora revelação de 2015 ganhadora do Grammy voltou com tudo esse ano, em seu segundo álbum a cantora resolveu apostar em um Pop de qualidade, e acertou, seu carro chefe “No” foi um sucesso, e além disso trazia uma sonoridade bem anos 2000.










DNCE – DNCE: a grande revelação do ano, a banda DNCE (formada por Nick Jonas, JinJoo [ex-guitarrista da JoJo] e outros dois desconhecidos) lançou um álbum espetacular, depois do Hit “Cake by the Ocean” a banda resolveu apostar em uma sonoridade parecida com o da música, o resultado foi esse álbum de estreia ótimo, que já esta rendendo vários frutos.










David Bowie – Black Star: Nosso rei da ousadia, e da liberdade de expressão David Bowie nos deixou esse ano, mas não sem antes nos presentear com um álbum inteiro de inéditas, “Black Star” é um álbum sombrio, mas não poderia ser diferente vindo dessa lenda.













Keaton Henson – KindlyNow: Chegamos ao nosso “Lano Del Rey” rei da bad, Keaton Henson continuou seu ciclo de um álbum por ano e nos presenteou com o ótimo “Kindly Now”, sem perder sua identidade o cantor continuou com suas deliciosas músicas melancólico e voz falha.





É isso ai pessoal, o ano foi recheado de boa música, e foi torturante ter que escolher apenas dez álbuns, mais consegui cumprir o desafio, espero que concordem comigo, mas se não concordarem tudo bem afinal gosto não se discute. Vamos esperar agora os ótimos trabalhos musicais que 2017 nos trará.
 
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